Autonomia financeira

Indicadores de impacto na análise de projetos de investimento

Autonomia financeira

O que é?

O rácio de autonomia financeira traduz a percentagem do ativo que está a ser financiada pelos capitais próprios da entidade. É um dos indicadores mais relevantes quando se analisa o endividamento de uma empresa.

O seu cálculo = Capitais próprios/ Ativo líquido

 

Como interpretar?

Quanto maior for o seu valor maior é a probabilidade de que os ativos da entidade consigam, em caso de liquidação, cobrir a totalidade das responsabilidades da entidade.

A interpretação dos resultados baseia-se numa lógica em que quanto menor for a percentagem obtida, mais dependente de capitais alheios de encontra essa empresa.

Esta relação pode assumir valores negativos, no caso de a empresa apresentar Capitais Próprios negativos.

O valor ideal de Autonomia Financeira depende de vários fatores, nomeadamente: o objetivo de quem faz a análise, o setor de atividade da empresa, a tipologia de financiamento efetivo, e da expetativa dos sócios ou acionistas em termos de rentabilidade financeira (lucro). Estes níveis mínimos podem depender de sector para sector, de país para país.

A autonomia financeira deve ir ao encontro dos interesses da gestão, garantindo a continuidade e sustentabilidade do negócio, sem provocar riscos de solvabilidade.

 

O que é Autonomia Administrativa?

Autonomia administrativa é o poder das entidades de fazer as suas próprias leis e administrar os seus próprios negócios, sob qualquer aspeto, consoante as normas e princípios institucionais de sua existência e dessa administração.

Os Fundos e Serviços Autónomos, têm Autonomia Administrativa e Financeira, significa isto que, para além da sua personalidade jurídica, podem contrair créditos praticar atos de gestão não corrente.

 

Autonomia Administrativa e Financeira no Setor Público

A autonomia administrativa e financeira também pode referir-se à capacidade de algumas instituições públicas poderem ter personalidade jurídica, autonomia para adquirir património, autonomia de tesouraria, possibilidade de ter receitas próprias, acesso a crédito ou maior liberdade contratual.

Serviços e fundos autónomos que podem usufruir de autonomia administrativa e financeira:

  • Hospitais;
  • Teatros;
  • Universidades, etc.
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